Resposta à epidemia de Zika: o que podemos fazer diferente na próxima epidemia? - Palestra de Transmissão ao vivo  (30 novembro 2019)

É com grande prazer que anunciamos os detalhes da palestra: “Resposta à epidemia de Zika: o que podemos fazer diferente na próxima epidemia?”

Dessa discussão, participarão três grandes pesquisadores: 

Dra Celina Turchi, NESC-Fiocruz , Epidemiologista

Dr Demócrito Miranda, Universidade de Pernambuco, Infectologista

Dra Cristiane Soares, LaVITE-Fiocruz, Epidemiologista

Data: 30 Novembro de 2019 (12:15-13:00 BRT/ 15:15 - 16:00 GMT)

link: https://www.youtube.com/watch?v=wKwDnGchjqE&feature=youtu.be

Essa palestra é um dos sessões no workshop "Doenças neurológicas associadas à arbovírus: preparando para o próximo surto” de nosso parceiro, Fiocruz Pernambuco - Instituto Aggeu Magalhães. 

O workshop foi organizado por pesquisadores - que são colaboradores no rede de Brain Infection Global - de Fiocruz Pernambuco (Dra Cristiane Bresani e Dra Fátima Militão), Hospital da Restauração (Dra Lúcia Brito) e a Universidade de Liverpool (Dra Suzannah Lant) e apoiado pelo REDe/The Global Health Network da Universidade de Oxford.

Consiste em sessões de treinamento, para agentes de saúde e pesquisadores, sobre o tópico de diagnóstico e manejo de doenças neurológicas associadas à arbovírus (incluindo síndrome de Guillain-Barré, encefalite, meningite e mielite). Além disso, temos um sessão com dedicada a conselho prático sobre testes diagnósticos para arbovírus: quando e para qual vírus testar, para onde e como enviar as amostras.

O foco de uma dessas sessões é “ética e metodologia de pesquisa” no contexto da implementação de pesquisa durante uma suspeita de surto, por exemplo: como estabelecer um estudo (identificação de financiamento, ética, produção de protocolos, registro de caso) e como realizar um estudo (coleta, transporte e armazenamento de amostras, coleta e manejo de dados, equipe). Finalmente, consideramos como facilitar  pesquisa translacional: da bancada à ‘beira do leito’ com Dra Celina Turchi, Dra Cynthia Braga e Dra Cristiane Bresani.

Não peca a oportunidade de participar nesse evento por meio de chat ao vivo @redenetwork no Instagram: uma valiosa oportunidade de treinamento!

Leia mais sobre o workshop aqui: https://rede.tghn.org/training/workshops/

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O grupo de Tema 1 se reúne em Londres para discutir planos de ciências sociais (7 outubro 2019)

Nos dias 3 e 4 de outubro de 2019 ocorreu, em Londres, a reunião com a equipe do “Tema 1” do BIGlobal. Representantes do Brasil, Índia, Malawi e Reino Unido se reuniram na sede da Universidade de Liverpool em Londres para debater e ajustar os últimos detalhes, antes do início efetivo da pesquisa de campo. Tiveram também o prazer de contar com a presença de Tom Solomon, Coordenador Geral da pesquisa, assim como Ava Easton, da Sociedade de caridade à Encefalite, para analisar de perto as discussões. Nesta ocasião, as apresentações incluíram exposições acerca dos aspectos sócio-culturais do Brasil, Índia de Malawi, organização do cronograma geral de pré e pós intervenção, ajustando aos diferentes contextos, assim como as propostas de doutorado que serão realizadas também como produtos desta pesquisa maior. 

  

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Uma delegação do Recife participa da reunião geral da BIGlobal na Índia (12 julho 2019)

A Reunião Anual Global da BIGlobal aconteceu nos dias 9 e 10 de julho na Índia, na Christian Medical College, Vellore. Representantes de todos os parceiros estiveram presentes do Brasil, do Malawi e do Reino Unido, além de um grande contingente local. A reunião foi organizada pelo Prof Tom Solomon, da Universidade de Liverpool, e pela Dra. Priscilla Ruplali, da CMC. Nós desfrutamos de 2 dias de discussões dinâmicas para revisar o progresso feito desde nossa última reunião em Liverpool ha 6 meses. As apresentações incluíram atualizações sobre evidências de pesquisa nas áreas de diagnóstico, economia da saúde e ciências sociais e também houve numerosas sessões de discussão por local de agrupamento para discutir o contexto atual em países parceiros e possíveis obstáculos à implementação. Tivemos o prazer de receber os membros do Conselho de Participação Pública e Paciente e o Conselho Consultivo Externo para examinar mais de perto o trabalho que temos feito. Também tivemos muita sorte de ter o Dta Lucia Brito do Hospital da Restauracao, Dta Camila Melo do Fiocruz-Recife e Dta Patricia Sequeira do Fiocruz-Rio.

O Christian Medical College foram anfitriões incríveis e organizadas visitas culturais e eventos para o grupo, incluindo uma viagem para o antigo forte de Vellore.

   

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Dta Patricia Sequeira nos fala sobre sua participação como consultora externa do estudo global de infecções global (12 abril 2019)

 

      - Qual é o papel do Conselho Consultivo Externo dentro do estudo global de infecções cerebrais?

O conselho consultivo externo tem como papel principal oferecer visões, aconselhamentos sobre estratégias e direcionamentos para o estudo, além de apoiar no desenvolvimento de redes de atuação local, nacional e internacional.

      - Na sua opinião, por que o Conselho é tão importante para esse tipo de estudo?

Os membros do conselho são especialistas de diferentes áreas de atuação relacionadas a infecções cerebrais e portanto, atuando em conjunto, são capazes de desenvolver e apresentar uma visão global sobre o andamento do estudo.   

     - Por que você quer se envolver neste estudo como membro do Conselho e quais são seus objetivos?

Atuar como membro do conselho é altamente relevante para mim, uma vez que poderei, com a minha experiência em diagnóstico laboratorial, contribuir efetivamente com as ações do estudo para a melhoria no diagnóstico e consequente tratamento de pacientes afetados por doenças neurológicas. 

     - Voce pode nos falar sobre os outros membros do Conselho?

Dr Charles Newton é o coordenador do Conselho e professor de psiquiatria da Universidade de Oxford;

Dr V Ramasubramanian é diretor da Capstone Clinic, Chennai, India e especialista em Doenças Infecciosas;

Dra Rosanna Peeling é especialista em métodos diagnósticos e diretora do International Diagnostics Centre na London School of Health and Tropical Medicine, UK.

     - Na sua avaliacão, qual é o alcance do projeto global de infecções cerebrais?

Espero que o projeto tenha êxito em implementar métodos diagnóstico e intervenções para o tratamento de doenças neurológicas, de forma a impactar positivamente nos sistemas de saúde pública dos países envolvidos. Além disso, espero que sejam criadas redes de atuação, que viabilizem a interação entre os países.

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Nós entrevistamos Noemia Siqueira da LSTM sobre seu trabalho como economista de saúde (21 março 2019)

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Evento aborda desenvolvimento de pesquisas três anos após a epidemia de zika (18 março 2019)

O zika vírus era tema de um seminário internacional, no Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães (CPqAM/Fiocruz), em 12 de março. O evento "Zika Vírus Três Anos após a Epidemia - Pesquisas em desenvolvimento e perspectivas de novas parcerias Pernambuco - Reino Unido" foi realizado no auditório da Fiocruz Pernambuco, na Cidade Universitária. Com um público-alvo formado por pesquisadores, alunos, gestores de saúde e comunidade em geral, o encontro visa discutir os projetos que estão sendo desenvolvidos conjuntamente entre os dois países, apresentar resultados e estabelecer novas perspectivas de parcerias de pesquisas entre instituições pernambucanas e o Reino Unido.

O evento contou com a participação de pesquisadores nacionais e internacionais de renome no campo das arboviroses. O pesquisador Bhagteshwar Singh, da Universidade de Liverpool, falaou sobre os estudos do Instituto Nacional de Pesquisa em Saúde do Reino Unido relacionados à infecção cerebral aguda causada pelo vírus zika. Suzannah Lant, também da Universidade de Liverpool, abordou a pesquisa colaborativa que foca as doenças neurológicas associadas ao zika.

Dois dos palestrantes brasileiros eram os pesquisadores André Siqueira, médico do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz) e Tereza Lyra, da Fiocruz PE. Eles falaram sobre os “Desafios e oportunidades na pesquisa clínica em chikungunya em um estudo multicêntrico” e sobre os “Impactos sociais nas famílias de crianças com síndrome da zika congênita”, respectivamente.